sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Explosão de energia pulmonar.
Quando mentalizo sobre possibilidades de desvendar o grande mistério, eu penso o quão equivocadas as pessoas estão. Eu já comentei aqui, que ás vezes, o tchau não foi mim. Ou as vezes foi.
Só que nesse momento, o tchau não foi para você, e sabe o porque que não foi.....Senhor, o banheiro masculino não fica aqui. O metrô não passa aqui. O circo também não é aqui. Eu entendo que as vezes a gente se sinta a ultima bolacha da fornalha. Eu mesma, confesso, muitas vezes me acho a ultima bolacha, mas dái eu paro e percebo que sou uma mera rosquinha. Não são todos que tem potencial pra ser donuts.
Acreditar no que digo é uma piada até mesmo para esta que vos digita.
Sinceramente, acredito que as pessoas deveriam parar de falar comigo. Não sou legal. Tenho bigode e pelo no cu, e tinha esquecido que algumas vezes eu sou malvada.
Vamos combinar o seguinte, não fala comigo. Ou até mesmo, fala com minha mão vestida de meia azul anil.
Voltando um pouco ao assunto dos donuts. Ser um donut é para poucos humanos, muitos pais de família dão todo apoio amorose e financeiro para seu herdeiro se tornar um donut. E nada, e como se fosse virus, assim como as bactérias que te comem por dentro e te devolvem vômitos e diarreias.
Não consigo escrever coisa com coisa. Estou muito animada hoje. Uma explosão de açucar em meu organismo. Passo as plantas em minha pele, abraço arvores, sinta....sinta o cheiro de café.
Não, não comi droga. Não, injetei droga, fiquei é sim exaltada com a beleza da natureza. Fui em uma cachoeira, caguei na água, boiou, mas ninguem viu.
Ontem mesmo, quando estava na quitanda, pensei na natureza divina que nos alimenta.
Viva a natureza. Desprezo aos humanos. Vamos dar as mãos e agradecer ao ar deste lindo lugar, com lindas plantas, lindos insetos e lindo pomar.
Obrigado,
A.T.T.
D.E.U.S. (cristian)
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Ás vezes, eu fico triste
Entristeci de tal modo, e parece que minhas idéias estão flutuando e nao consigo segurar a cordinha para se transformarem em balões felizes.
É ruim, não gosto quando meus inspiradores me abandonam, mas fazendo um cálculo rápido (entristeci ontem por volta de 21h, agora são 14h, amanhã 22h), creio que amanha lá por 22h estarei normal. Normal, bom, não sei se todos considerariam normal, pois eu tenho certeza que minha anormalidade é invisível, sou uma boa moça, educadinha, meiginha, adoro conversar com idosos e brincar com crianças, tenho paciencia invejável com animais pentelhos, além de educar os filhotes, educar crianças do maternal I, II, III, IV, V, VI, VII, VIII, e IX, o maternal X, eu nao tenho o talento porque sao crianças de 4 anos ou mais, tbm ministro o alongamento matinal dos velhinhos do asilo aqui da igreja, sou querida pelos meus vizinhos, meus colegas de classe e de trabalho, sou síndica do meu prédio, Bloco Amarelo...mas tá perdi entusiasmo.
sábado, 20 de novembro de 2010
O corpo de Paula-Anne Brunner(nascida em Schobart) foi encontrado no parque público na Neumannstrasse.
A amiga do coronel Rodiansky mostrou-se mais perturbada ao encontrar uma terceira presença no encontro e olhava constantemente em direção à mulher ajoelhada, na esperança de que ela terminasse a prece e se retirasse do parque. Finalmente, aventando a possibilidade de a estranha estar doente ou ter sofrido um acidente, o casal se aproximou. Perceberam então que a mulher orando era, na verdade, um cadáver ajoelhado, e a polícia foi notificada pelo coronel Rodianskym que, primeiramente, tomou medidas para salvaguardar o anonimato da amante levando-a para casa.
O documento vinha assinado pelos mesmos dois oficiais que redigiram o relatório do primeiro assassinato, Lublinsky eKopka.
GREGORIO, Michael. Crítica da razão criminosa. São Paulo: Editora Planeta do Brasil, 2006. 463 p.
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Na correria da cidade grande, que tal uma pausa para um churros?
Suicídio?
Infanticídio?
Genocídio?
Genoma Humano?
Algumas pessoas conversam telepaticamente com artistas famosos. Quando criança e adolescente também conversava com seres inanimados. Lembro que uma vez eu era filha do Ozzy Osbourne (embora ancião, acho-o gatíssimo, gagá de idosidade, com belos pares de cabelos), ficava só no seu estúdio de gravação paquerando os artistinhas que visavam sucesso.
Agora adulta, converso com artistas e seres invisíveis. Eles são legais.
Estão te mandando um beijo no toba.
Espero que São João seja justo com você.
Muitos livros lidos nessa ausência.
Adeus você.
Eu não me amo.
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
CAPÍTULO ONZE
- A única coisa que peço é para morrer. É a única coisa que peço.
- Não fala assim. Pensa na tristeza de tua mãe...e teus amigos, e eu.
- Você não dá a menor importãncia...
- Como não? Puxa, que sujeito...
- Estou muito cansado, Valentín. Estou cansado de sofrer. Você não sabe, me dói tudo por dentro.
- Aonde te dói?
- Dentro do peito, e na garganta... Por que será que a tristeza se sente sempre aí?
- É verdade.
- E agora você... me cortou vontade de chorar. Não posso continuar chorando. E é pior, o nó na garganta, está me apertando, é algo horrível.
- ...
- ...
- É verdade molina, aí é onde sesente mais a tristeza.
- ...
- Você sente muito forte... te aperta com muita força, esse nó?
- É.
- ...
- ...
- É aqui que dói?
- É...
- Posso te acariciar?
- Pode...
- Aqui?
- É...
- Te faz bem?
- Sim... me faz bem.
- A mim também me faz bem.
- É mesmo?
- Faz... que descanso...
- Porque descanso, Valentín?
- Porque... não sei...
-Por que?
- Deve ser porque não penso em mim...
- Você me faz muito bem...
- Deve ser porque penso que você precisa de mim, e posso fazer alguma coisa por ti.
- Valentín... você procura uma explicação para tudo... que loucura
- Será porque não gosto que as coisas me atropelem... quero saber por que acontecem as coisas.
- Valentín... posso te tocar?
- Pode...
- Quero tocar... esse sinal....meio cheinho que você tem em cima da sobrancelha.
- ...
- E posso te tocar assim?
- ...
- E assim?
- ...
- Não te dá nojo que eu te acaricie?
- Não...
(...)
PUIG, Manuel. O beijo da mulher aranha.
- Quase sempre procuro explicações para tudo, assim como Valentín. Devo admitir que procurei explicações exageradas em algo que era simples. Fiquei desesperada, ainda estou trabalhando o psicológico para entender que tive uma atitute um pouco besta. Sinto vergonha, e aquele desespero que mencionei duas linhas acima, ainda me bate, em menor intensidade, mas não consigo controlar muito quando a intensidade aumenta demais.
Me desculpe. Sinto não lhe dizer isso pessoalmente, me falta coragem. Típico de minha parte, fugir sempre que a coisa aperta.
A fase de mudança está fluindo inicialmente, acredito que não me levará a sério, mas quando procuro palavras para me expressar, o anjo malvado diz: Ele que se foda!...e o anjo bom diz: Ele vai te achar imatura, e te tratar de uma maneira indiferente (prefiro que me ache uma retardada mental, porque me tratar com indiferença me faz chorar).
Se não aceito falar com você, não quero pensar maldades, nãoquero pegar raiva de você, afinal, você nada teria feito para mim.
- Sinto falta.....Sinto sim.....muita
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
CAPÍTULO XX
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Tudo ao meu tempo?
Tinha o hábito de dizer "tudo a seu tempo". Disse isso pra algumas pessoas, quando pressionada por algo que eu sentia não estar preparada. Acho que deveria dizer "tudo a meu tempo", meu tempo nunca é igual quando se "deveria" ser. Porque o SEU tempo, parece não combinar com o MEU.
O que é isso? Imaturidade? Não, deve ser alguma maldade interna minha. Mas, pensar que é uma maldade minha, é entrar em minha viagem, entrar em minha cabeça e pensar como eu penso.
Algumas vezes acho que tudo que digo, quando parece que sou uma pessoa amável, é pura maldade minha. O que ganho com essas possiveis maldades? Nada. Se for verdade, ganho o prazer momentâneo de saber que alguém pensa em mim, e se for mentira esse esquema de maldades, ganho insônia e ofensas a minha própria pessoa humana.
Não sei se o que qualifico como maldoso, é verídico, pois eu mesma nao acredito nas coisas que penso. A chance de eu estar pirando é de 99,9% .
Analisando minhas atitudes, o que mais considero é que tudo começou muito cedo, ainda não estou estabilizada como você. E isso me incomoda muito, pois não tenho a liberdade pedida. Não imagino como seria isso tudo agora, com essa minha condição, pra mim, seria frustrante demais. Imagino diferente, é ´difícil admitir algumas coisas, inclusive isso, mas imagino muito diferente. Me imagino mais madura, e você já te acho maduro, mas provavelmente ficará mais.
Agora, tudo está tão confuso. Essa minha atitude, não sei o porque agir assim.
Acho que preciso admitir mais algumas coisas, mas é difícil. Um sábio profissional certa vez me disse que não sou fria, muito menos malvada, sou realista, assim como meu espírito é livre. Te juro que não compreendo muito bem essas palavras, ou porque eu o induzi a pensar isso, ou porque não quero aceitar.
Acha que escrevo sempre pensando em possibilidades boas e ruins? Se não acha, eu acho, minha cabeça acha assim.
Penso que possa achar que sou filhinha de papai. Bom, não é bem assim. Se eu realmente fosse, isso tudo não estaria acontecendo, já teria acontecido.
Não me sinto preparada, agora. Seria muito, muito estranho, novo, muitas informações por um pequeno período de tempo, que me faria enlouquecer. E enlouquecer agora, eu não quero, pois sinto que começo a sair da minha cova, é rasa, mas escorregadia.
Não sinto que vou morrer agora, pois nunca fiz nada significativo humanamente falando pra ter cumprido minha missão, sendo assim, resolvi viver um pouco mais. Isso não quer dizer que eu gosto da vida.
Se eu morrer, uma fatalidade, desculpa pela minha atitude. Como ainda não morri, não quero pedir sinceras desculpas por minha atitude, porque ainda não consegui processar a informação com o qual devo me apegar, se dissesse alguma coisa, creio que não seria muito sincero.
Gostaria de declarar algo mais, mas o sono e o dever me chamam. Preciso testar minha memória para um novo experimento cientifico, que um dia me fará chegar á Lua.
Aliás, sabe o quanto gosto da Lua? Sabia que há uma Lua com meu nome? Lindo
O céu é lindo, é meu calmante.